A L&PM lança este mês Complicado (Not Simple), mangá em volume único escrito e ilustrado por Natsume Ono. Originalmente serializada e depois compilada no Japão entre 2004 e 2005 pela Penguin Shobo, a obra foi republicada em 2006 pela Shogakukan.
Na história, Ian, um jovem melancólico com uma história complicada, sai em busca da irmã, partindo da Austrália, passando pela Inglaterra e cruzando a pé vários estados norte-americanos. Seu sonho: reencontrar Kylie e descobrir a verdade sobre sua família, em uma jornada complexa, poderosa e tocante.
A artista japonesa Natsume Ono estreou em 2003 com a webcomicLa Quinta Camera, que a revelou como um dos nomes promissores de sua geração. É autora de cerca de vinte mangás, entre os quais O Homem que Foge (JBC/2017), Ristorante Paradiso e House of Five Leaves, sendo que os dois últimos foram adaptados para anime.
Complicado combina técnicas do mangá japonês com traços de HQs ocidentais. Capa cartonada em formato pocket com 320 páginas.
A Comix Zone! lança em maio Nem Todo Robô, sátira sci-fi escrita por Mark Russell, ilustrada pelo brasileiro Mike Dedato Jr. e colorida por Lee Loughridge. A capa pintada é de Scott “Rahzzah” Wilson (Not All Robots #1). Publicada originalmente pela AWA Studios, a minissérie foi finalizada no início deste ano nos Estados Unidos.
No ano de 2056, os robôs substituíram os seres humanos como mão de obra. A coexistência entre robôs, com a inteligência recém-conquistada, e os dez bilhões de humanos da Terra é tensa. A cada família humana é designado um robô, do qual elas se tornam dependentes.
Conheça os Walter, uma família humana cujo robô, Navalhoide, passa seu tempo livre na garagem da família – fazendo máquinas que os Walter estão crentes que ele vai usar para assassiná-los.
Reúne Not All Robots (2021) #1 a 5. Capa dura com 120 páginas.
A Panini Comics programa para maio dois encadernados que republicam arcos do Escalador de Paredes: Homem-Aranha – Caído Entre os Mortos, de Mark Millar, pela linha Marvel Essenciais, publicado originalmente entre 2004 e 2005; e o retorno da coleção Marvel Saga – O Espetacular Homem-Aranha, que após o final do ciclo de J. Michael Straczynski, dá início agora à fase comandada por Dan Slott com o arco Um Novo Dia, de 2008. Confira as capas, detalhes e sinopses dos dois volumes:
Marvel Essenciais – Homem-Aranha – Caído Entre os Mortos
Alguém descobriu a verdadeira identidade do Homem-Aranha e pretende usar a informação para destruir o que Peter mais ama! Enquanto luta para proteger sua família e seus amigos de um misterioso e insano inimigo, o Aracnídeo é levado ao limite absoluto e esta perto de cruzar uma linha que jurou jamais atravessar. Após uma grande luta contra o seu pior inimigo, o Duende Verde, Peter Parker agora se vê em um desafio maior: descobrir quem raptou a sua tia. Um grande momento do Aranha por Mark Millar e Terry Dodson!
Autores: Mark Millar, Terry Dodson, Rachel Dodson, Frank Cho, Ian Hannin, Laura Martin Conteúdo: Marvel Knights: Spider-Man (2004) #1 a 12 Capa: Terry Dodson, Rachel Dodson e Dave Kemp(Marvel Knights: Spider-Man #1) Estrutura: capa dura com 304 páginas
Marvel Saga – O Espetacular Homem-Aranha – Vol.14: Um Novo Dia
Um Novo Dia chega para o Amigão da Vizinhança! Após uma das sagas mais polêmicas de todos os tempos, a Marvel resolveu dar um novo começo ao Homem-Aranha, chamando grandes nomes da indústria pra tocar o título do herói e trazendo de volta aspectos mais clássicos de seu status (tchau, tchau, casamento…). Por mais polêmica que tenha sido essa mudança, seus resultados foram histórias divertidas como há muito não se via. E você pode conhecê-las (ou lê-las novamente) bem aqui!
Autores: Dan Slott, Marc Guggenheim, Steve McNiven, Salvador Larroca, Phil Jimenez, Dexter Vines, Andy Lanning, John Dell, Morry Hollowell, Dave Stewart, Jason Keith, Stephane Peru, Jeromy Cox Conteúdo: Amazing Spider-Man (1963) #546 a 551, Spider-Man: Swing Shift (2008) e Marvel Spotlight: A Brand New Day (2008) Capa: Steve McNiven (Amazing Spider-Man #546) Estrutura: capa dura com 232 páginas
A Panini Comics lança este mês o primeiro volume de Lendas do Universo DC – Kamandi – Jack Kirby, nova série de encadernados que resgata as aventuras de Kamandi, o Último Garoto da Terra, considerado por muitos um dos trabalhos mais criativos de Jack Kirby. Neste primeiro volume, a arte-final ficou por conta de Mike Royer.
Na história, um sobrevivente de um grande desastre que destruiu a civilização, Kamandi vive imperdíveis aventuras em um mundo povoado por animais mutantes e outros seres bizarros, acompanhado por um elenco de coadjuvantes antropomórficos em sua busca por respostas no desolado planeta Terra. Um clássico imperdível da DC!
Reúne Kamandi: The Last Boy on Earth! (1972) #1 a 6. Capa cartonada com 152 páginas.
Kamandi: The Last Boy on Earth! foi publicado originalmente nos EUA pela DC Comics entre 1972 e 1978, em 59 edições, onde o Rei cuidou do roteiro, arte e capas até a edição #33. A partir da #34, outro mestre, Joe Kubert, passou a ilustrar as capas.
Kirby roteirizou até a edição #37, ficando na arte até a edição #40 – as edições #38 a 40 foram escritas por Gerry Conway (com o auxílio de Paul Levitz em uma delas), editor da DC na época. Portanto, esta coleção deve compilar as 40 edições com a participação de Kirby, em seis encadernados.
No Brasil, a Ebal lançou o título Kamandi em 1979, trazendo na edição #1 a primeira história do título original. A partir da edição #2, optou por publicar a partir de Kamandi #47, publicando até a edição #52 norte-americana. A publicação brasileira foi interrompida no sétimo número, em 1980.
A Draco lança este mês O Reinado de Carcosa, obra nacional produzida pelos potiguares Marcos Guerra (roteiro) e Will Silva (arte). Trata-se de um quadrinho original inspirado no universo do livro O Rei de Amarelo, de Robert W. Chambers, obra admirada pelo escritor H.P. Lovecraft e uma das pedras fundamentais do horror cósmico.
Existe um livro amarelo que destruirá a mente de quem se aventurar a ler seu conteúdo. Em suas páginas estão os diálogos e cenas de uma peça de teatro doentia, capaz de corromper a mais pura das almas. Mas o que aconteceria se um dia essa peça fosse encenada? Aceitando o convite para ver a estreia de O Reinado de Carcosa, assinada por sua ex-namorada Camila Nuit, a jovem Cássia entra no mítico Teatro Alberto Maranhão. Mas, antes de as cortinas se abrirem, a aspirante a escritora é levada por um labirinto de narrativas perturbadoras.
Por que Camila Nuit decidiu montar esse texto amaldiçoado? Que mentes ensandecidas irão interpretar as palavras depravadas e nefastas contidas nele? Todas as respostas estão em O Reinado de Carcosa, onde a loucura amarela é ambientada em cada fresta da cidade de Natal.
Esta é a primeira graphic novel da coleção Legado de Cthulhu, que abraça o horror cósmico aclamado por crítica e público na trilogia das cores da Editora Draco: O Rei Amarelo em Quadrinhos, O Despertar de Cthulhu em Quadrinhos e Demônios da Goetia em Quadrinhos.
Inspire fundo e assista a esse espetáculo, mas prepare-se: a cada destino em Carcosa ou nos domínios da podre monarquia, mais a sua sanidade arranhará as paredes do crânio para escapar. Capa cartonada com 100 páginas.
Confira também as capas, detalhes e sinopses da Trilogia das Cores:
O Rei Amarelo em Quadrinhos
A Loucura é Amarela. A redescoberta da obra de Robert W. Chambers, autor dos contos sobre a peça de teatro maldita O Rei Amarelo, inspirou essa coletânea com oito histórias em quadrinhos cheias do mais doentio horror em preto, branco e amarelo. São 168 páginas macabras inspiradas pela leitura do livro amaldiçoado, visões amareladas que forçaram os artistas a realizar histórias originais que destruíssem tudo à sua volta, até eles mesmos. A organização do álbum enlouqueceu Raphael Fernandes, que aprisionou um time de quadrinistas formado por Pedro Pedrada, Tiago P. Zanetic, LuCas Chewie, Mauricio R. B. Campos, Péricles Ianuch, Airton Marinho, Marcos Caldas, Erik Avilez, André Freitas, Tiago Rech, Victor Freundt, Rafael Levi, Samuel Bono e Raphael Salimena. Todos enclausurados por uma sinistra capa de João Pirolla. O Rei Amarelo em Quadrinhos é o terror na sua forma mais bruta, trazendo imagens cativantes e perturbadoras interpretações para a busca por Carcosa. Mas, acima de tudo, é um mergulho em um poço ocre onde a esperança de emergir para a realidade não passa de um sonho em duas cores.
Estrutura: capa cartonada com 168 páginas Data de lançamento: abril/2015
O Desespero é Verde. A cultuada obra de H.P. Lovecraft é a principal inspiração dessa coletânea com oito HQs que transportarão a imaginação para o lado mais obscuro da mente humana, um horror cósmico em preto, branco e verde. São 168 páginas desesperadoras onde criaturas tão antigas quanto o universo são capazes de corromper a alma humana apenas com sua presença, onde a doença, a loucura e a perversão são pano de fundo para histórias que vão testar os limites de sua sanidade. A organização do álbum envolveu Raphael Fernandes, que maculou a alma do time de quadrinistas formado por Antonio Tadeu, LuCas Chewie, Dudu Torres, Airton Marinho, Fabrício Bohrer, Caiuã Araújo, Marcio de Castro, Daniel Bretas, Jun Sugiyama, Hilton P. Rocha, Samuel Bono, Lucas Pereira, Bárbara Garcia e Elias Aquino. Todos perdidos em uma enigmática capa de João Pirolla. O Despertar de Cthulhu em Quadrinhos é o horror que não pode ser pronunciado. Perca-se em imagens e histórias que não deveriam ter sido concebidas. Agora não há mais volta para os envolvidos pelos tentáculos do desespero. É hora de acordar para uma realidade decadente e tingida em apenas duas cores.
Estrutura: capa cartonada com 168 páginas Data de lançamento: agosto/2016
A Tentação é Vermelha. A goetia é um perigoso sistema mágico popularizado por MacGregor Mathers e Aleister Crowley, em 1904. Neste álbum, os 72 demônios que a compõem surgem em oito HQs onde a corrupção humana não tem limites, apresentando uma outra face do horror cósmico e do body horror em preto, branco e vermelho. Estas 168 páginas apresentam entidades dispostas a barganhar com os humanos em troca de um pouco de sua força vital. São seres infernais que podem até realizar seus desejos, mas pode ter certeza que cobrarão um preço que ninguém estará disposto a pagar. Os mórbidos contos invocados que compõem esta antologia foram organizados por Raphael Fernandes, que formou uma verdadeira seita com os quadrinistas Daniel Canedo, Caio H. Amaro, Flávia Lima, Juscelino Neco, Erick Santos Cardoso, Kaji Pato, Tiago P. Zanetic, MJ Macedo, Alexey Dodsworth, LuCas Chewie, Airton Marinho, Victor Freundt, Antonio Tadeu e Ioannis Fiore. Todos amaldiçoados por uma capa diabólica de João Pirolla. Esta é a terceira e última coletânea da coleção iniciada por O Rei Amarelo em Quadrinhos e O Despertar de Cthulhu em Quadrinhos, ambas ganhadoras do Troféu HQMix. Demônios da Goetia em Quadrinhos é a condenação definitiva da alma. Entre nesse caminho sem volta ao ler essas histórias ocultas. Aqueles que aqui entrarem devem deixar para trás tudo em que mais confiam. E lembre-se, ao deparar com um desses espíritos, nunca saia do círculo de proteção.
Estrutura: capa cartonada com 168 páginas Data de lançamento: novembro/2017
A Panini Comics lança este mês o décimo terceiro volume de A Saga do Superman, série de encadernados que resgata as clássicas aventuras do Homem de Aço produzidas no final dos anos 1980. A coleção, prevista inicialmente para 12 edições, foi expandida para mais volumes. Confira os detalhes:
A Saga do Superman – Vol.13
Nesta edição, desvendaremos os mistérios do passado dos dois mundos da vida do Superman! Primeiro, exploraremos a cidadezinha de Smallville, descobrindo os segredos dos jovens Jonathan Kent e Martha Clark, mergulharemos no passado de Lana Lang e sua conexão com os Caçadores Cósmicos e mais! Em seguida, viajaremos para Krypton, desvendando o histórico do planeta e da família El, em uma imperdível saga com a belíssima arte de Mike Mignola!
Autores: John Byrne, Kurt Schaffenberger, Mike Mignola, Alfredo Alcala, Rick Bryant, Carlos Garzón, Petra Scotese Conteúdo: The World of Smallville (1988) #2 a 4 e The World of Krypton (1987) #1 a 4 Publicação no Brasil: – Super-Homem Especial #1 (1988/Abril): TWOK1 a TWOK4 – Super-Homem Especial #3 (1989/Abril): TWOS2 a TWOS4 Capa: John Byrne e Walt Simonson (The World of Krypton #1) Estrutura: capa cartonada com 176 páginas
A Panini Comics lança este mês o primeiro volume de SJA – Sociedade da Justiça da América por Geoff Johns, série da linha DC Omnibus que resgata a aclamada fase em que o escritor Geoff Johns ficou no comando do retorno da Sociedade da Justiça ao panteão de heróis da DC Comics.
Publicada a partir de 1999 nos EUA, o regresso aconteceu em um prólogo em nove partes, inédito no Brasil, replicando títulos da Era de Ouro dos quadrinhos. Aqui, com Johns estão os parceiros David S. Goyer e James Robinson, acompanhados por Ron Marz, Mark Waid, Tom Peyer e Chuck Dixon.
Já na arte deste volume, tanto nas histórias especiais quanto na arte contínua, estão os artistas Michael Lark, Eduardo Barreto, Peter Snejbjerg, Aaron Lopresti, Scott Benefiel, Stephen Sadowski, Chris Weston, Russ Heath, William Rosado, Derec Aucoin, Marcos Martin, Michael Bair, Steve Yeowell, Buzz, Rags Morales, Javier Saltares, Carlos Pacheco, Sal Velluto, Phil Winsdale, Barry Kitson, Mike McKone, Adam DeKraker, Dave Ross, Wade von Grawbadger, Doug Hazlewood, Keith Champagne, Mark Propst, John Dell, Rob Leigh, Dave Meikis, Paul Neary, Ray Kryssing, Andrew Pepoy, Jesus Merino, Robert Almond, Wayne Faucher, Prentis Rollins, Anibal Rodriguez, John Kalisz, Carla Feeny, Noelle Giddings, Tom McCraw e Guy Major. A capa é de Alan Davis e Paul Neary(JSA #2).
Conhecido pelo seu trabalho revolucionário com o Lanterna Verde nos anos 2000, Geoff Johns trouxe a Sociedade da Justiça de volta à vanguarda do Universo DC! Nessa nova encarnação da equipe mais clássica dos quadrinhos Johns juntou personagens mais jovens e arrojados com os grandes heróis da Era de Ouro, criando histórias empolgantes e recheadas de ação, e também atualizando o status quo de personagens tão importantes não apenas para a DC, mas para os quadrinhos de super-heróis em geral!
Reúne The Justice Society Returns! (1999) #1 a 9 (All Star Comics #1-2, All American Comics #1, Adventure Comics #1, National Comics #1, Sensation Comics #1, Smash Comics #1, Star Spangled Comics #1 e Thrilling Comics #1), JSA Secret Files and Origins (1999) #1 (I), JSA (1999) #1 a 25, JSA Our Worlds at War (2001), JLA/JSA Secret Files (2003) #1 (I), JLA/JSA: Virtue and Vice (2002) e JSA All-Stars (2003) #1 a 8. Capa dura com 1280 páginas.
Após The Justice Society Returns!, o prólogo em nove partes dividido em oito títulos que homenageiam a Era de Ouro, ainda em 1999 estreia o título JSA, sob o comando de James Robinson e David S. Goyer. Ora, mas cadê o Geoff Johns? O escritor entra definitivamente na sexta edição da publicação, ficando ao lado de Goyer. Johns passa a figurar sozinho nos créditos somente a partir de JSA #26, ficando até JSA #81. Em JSA #82, entra Paul Levitz, que fica até o fim do título, em 2006, em JSA #87.
Em 2007, Johns retorna no novo título, Justice Society of America, ficando do primeiro número até a edição 26 (JSA Vol.2 #26). Tecnicamente, é até aqui que a Panini deve publicar esta coleção, encerrando a fase de Geoff Johns.
Depois disso, Jerry Ordway roteiriza JSA Vol.2 #27 e 28. Bill Willingham assume e fica de JSA Vol.2 #29 a 40. James Robinson retorna e fica somente entre JSA Vol.2 #41 a 43. Por fim, entra Marc Guggenheim, que fica da edição #44 até o final do título, em JSA Vol.2 #54, em 2011.
JSA #11 a 21: material inédito no Brasil
No Brasil, a Panini decidiu por publicar as aventuras da Sociedade da Justiça somente a partir de JSA #22, estreando no quarto número da revista Liga da Justiça, em 2003. Um parênteses aqui: a editora italiana havia acabado de assumir a publicação da DC Comics no Brasil – até então a responsabilidade era da Abril, que havia ignorado a SJA – a Panini teve que escolher um ponto de start. As histórias, então, seguiram ininterruptamente até o final do título lá fora, JSA #87, por aqui em Liga da Justiça #58, em 2007.
Entre 2006 e 2007, as dez primeiras histórias do título, JSA #1 a 10, foram publicadas na Wizard/Wizmania (por iniciativa de Sidney Gusman, editor da publicação na época, que acatou sugestão de leitores) pela Panini (edições #31 a 35 e #41 a 45). JSA #11 a 21, portanto, até então, estavam inéditas no país.
Já as primeiras sete aventuras do segundo título (JSA Vol.2), foram publicadas no Brasil em 2008, nas edições #8 a 14 do título Universo DC. A partir da oitava aventura, volta à revista mensal Liga da Justiça (edição #70) que publica até JSA Vol.2 #28 (LJ #95, de 2010). JSA Vol.2 #29 a 40 saíram em dois encadernados próprios em 2011. Ainda em 2011, retorna ao título da Liga, em meio aos eventos da saga O Dia Mais Claro, sendo publicadas JSA Vol.2 #41 a 43 (LJ #103 a 105, de 2011). A fase de Mark Guggenheim, JSA Vol.2 #44 a 54, é inédita no país.
Portanto, pelo histórico de publicação da SJA no Brasil, podemos concluir que boa parte deste primeiro omnibus é inédita por aqui.
A Skript lança em junho Amor de Gringo (Gringo Love), obra produzida pela Universidade de Carleton, no Canadá, com roteiro da professora associada Marie-Eve Carrier-Moisan e do instrutor William Flynn – ambos do departamento de Sociologia e Antropologia da instituição -, com arte da quadrinista cearense Débora Santos. O material foi originalmente publicado no Canadá em 2020, através da editora da Universidade de Toronto.
Resultado da pesquisa sobre o turismo sexual no Brasil, a história se passa na cidade de Natal, onde várias mulheres locais negociam os termos de suas relações íntimas com turistas estrangeiros, ou gringos. Elas têm experiências diferentes, mas compartilham um desejo semelhante de escapar das tristes condições em que vivem.
Baseado em pesquisa etnográfica e apresentado em forma gráfica, Amor de Gringo conta as esperanças, sonhos e realidades dessas mulheres, tendo como pano de fundo a desigualdade social profunda e o aumento da vigilância estadual. A obra toca em questões contemporâneas importantes, incluindo o comércio sexual, mobilidade transnacional, imaginações românticas, representações de gênero e raça.
A HQ é acompanhada por análise e discussão contextual, que encoraja leitores e leitoras a se envolver com a narrativa e expandir sua compreensão dos assuntos sociais mais amplos.
Mais do que uma história em quadrinhos é uma denúncia e um olhar profundo sobre a situação, sem julgamentos ou moralismos. Capa cartonada com 128 páginas.
A Panini Comics lança em maio Mickey e a Terra dos Anciões, quarto volume da série BD Disney, novo álbum franco-belga publicado originalmente pela editora Glénat, escrito por Denis-Pierre Filippi e ilustrado por Silvio Camboni, os mesmos autores de Mickey e o Oceano Perdido, o primeiro volume desta coleção.
Num extraordinário mundo aéreo onde a população vive sobre frágeis ilhotas voadoras, no misterioso Continente Perdido dos Anciões, Mickey tem a importante responsabilidade de manter em segurança das tempestades as propriedades de seus conterrâneos, também ameaçadas pelo Mancha Negra, o tirânico soberano local!
Este volume inclui ainda um caderno de esboços e estudos inéditos. Capa dura com 72 páginas.
A Panini Comics lança em maio X-Men Lendas – Sequestros, segundo volume do novo título dos X-Men que retorna às eras clássicas dos Filhos do Átomo. Publicadas recentemente nos Estados Unidos pela Marvel Comics, as histórias desta edição trazem roteiros de Peter David e Larry Hama, com arte de Todd Nauck e Billy Tan, acompanhados pelas cores de Rachelle Rosenberg e Chris Sotomayor. A capa é de Tan e Sotomayor(X-Men: Legends #9).
Peter David volta para encaixar a peça que faltava no quebra-cabeça do X-Factor! Mutantes fizeram reféns e a equipe está levando a culpa. Mas antes que a sentença seja proferida, os heróis precisarão tomar a iniciativa! Mas quem está dizendo a verdade, e o que realmente aconteceu na Embaixada da Latveria?
E mais: Larry Hama retorna ao time dos sonhos com Wolverine e Jubileu! Quando dois jovens mutantes desaparecem, nossos heróis partem para o Japão para localizá-los. Mas Lady Letal e o Tentáculo têm seus próprios planos!
Reúne X-Men Legends (2021) #5 a 9. Capa cartonada com 112 páginas.