De Liv Strömquist: A Rosa Mais Vermelha Desabrocha

Mais uma obra da quadrinista sueca Liv Strömquist chega em breve às livrarias pelo selo Quadrinhos na Cia. da Companhia das Letras. Depois de A Origem do Mundo, publicada em 2018, A Rosa Mais Vermelha Desabrocha é uma poderosa e necessária reflexão sobre o amor na contemporaneidade. Confira as sinopses, capas e detalhes das duas obras da autora:

A Rosa Mais Vermelha Desabrocha – O Amor nos Tempos do Capitalismo Tardio ou Por Que as Pessoas se Apaixonam tão Raramente Hoje em Dia

Podemos controlar o amor? O que realmente acontece quando ele acaba? Como o amor deixou de ser considerado uma força misteriosa para se tornar algo racionalmente explicável? Por que procuramos ser mais amados do que amar? Com muito humor e inteligência, e o título emprestado de um verso da poeta norte-americana Hilda Doolittle, A Rosa Mais Vermelha Desabrocha examina as engrenagens do amor nos tempos do capitalismo tardio. A partir de histórias como a de Sócrates, que traiu Alcibíades há mais de dois mil anos, ou a de Teseu, que abandonou a amada Ariadne de uma hora para outra na ilha de Naxos, e com a ajuda de Beyoncé, do filósofo Sören Kierkegaard, dos Smurfs, da namorada alucinada de Lorde Byron, de Platão, de Jabba de Star Wars, e de outros especialistas na arte de amar, a artista sueca Liv Strömquist mais uma vez desconstrói mitos e se afirma como uma das quadrinistas mais relevantes da atualidade.

  • Estrutura: capa cartonada com 176 páginas
  • Data de lançamento: abril/2021

A Origem do Mundo – Uma História Cultural da Vagina ou A Vulva vs. O Patriarcado

Por que as sociedades alimentaram uma relação tão esquisita com a vagina ao longo dos séculos? Por que a menstruação é um tema apagado de nossa cultura quando costumava ser algo sagrado para os povos ancestrais? A origem do mundo escancara interditos e desafia mitos e tabus. Um livro genial, catártico e absolutamente necessário.

Se “o pessoal é político”, como dizia o slogan da segunda onda feminista, iniciada nos anos 1960, Liv Strömquist criou um livro radical. Com humor afiado, a artista sueca expõe as mais diversas tentativas de domar, castrar e padronizar o sexo feminino ao longo da história. Dos gregos antigos a Stieg Larsson, das mulheres da Idade da Pedra a Sigmund Freud, de Jean-Paul Sartre a John Harvey Kellogg (o inventor dos sucrilhos), da fábula da bela adormecida a deusas hindus, de livros de biologia ao rapper Dogge Doggelito, A Origem do Mundo esquadrinha nossa cultura e vai até o epicentro da construção social do sexo. Para Liv, culpabilizar o prazer é um dos mais efetivos instrumentos de dominação – graças à culpa, a maçã é venenosa e o paraíso mantém seus portões fechados. Uma crítica hilária, libertadora e instrutiva sobre o sexo feminino.

  • Estrutura: capa cartonada com 144 páginas
  • Data de lançamento: junho/2018

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