A Panini Comics lançou nas livrarias Supergirl – Mulher do Amanhã – Edição de Luxo, edição que reúne a minissérie publicada originalmente entre 2021 e 2022 nos Estados Unidos pela DC Comics.
A história está sendo adaptado para o cinema, com direção de Craig Gillespie, e será o segundo filme do novo Universo Cinematográfico da DC sob o comando de James Gunn. A heroína será interpretada por Milly Alcock.
Com roteiro de Tom King, a arte é da brasileira Bilquis Evely, com cores do também brasileiro Mat Lopes. A capa é de Evely e Lopes(Supergirl: Woman of Tomorrow HC The Deluxe Edition). Indicado ao Eisner Award de melhor minissérie, o material foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2022 pela própria Panini.
Kara Zor-El, a Supergirl, já vivenciou muitas aventuras épicas ao longo dos anos. Porém, nos últimos tempos, ela está passando por uma crise em relação ao seu propósito no mundo. Ela é uma jovem que, depois de ter visto seu planeta ser destruído, foi enviada à Terra para proteger e ajudar o seu primo bebê – contudo, no fim das contas, ele acabou nem precisando dela. Na verdade, aonde quer que ela vá em seu mundo adotivo, as pessoas a veem só como a prima do Superman.
Mas a rotina de Kara está prestes a virar de cabeça para baixo. Ao se deparar com uma garota alienígena que busca vingança pelo assassinato de seu pai, a Supergirl se verá obrigada a repensar as suas convicções para ajudar a menina. É então que uma kryptoniana e uma criança furiosa embarcam numa jornada perigosa no melhor estilo espada e feitiçaria espacial que irá mudar a vida de ambas para sempre!
Além da minissérie, esta edição de luxo inclui texto de introdução inédito de Tom King, nova arte de capa, roteiro alternativo nunca antes publicado da edição #6 e galeria de artes de Evely.
Reúne Supergirl: Woman of Tomorrow (2021) #1 a 8. Capa dura com 280 páginas.
A Panini Comics lançou nas livrarias Batman – Europa – Edição de Luxo, publicação que reúne a minissérie publicada originalmente em 2016 nos Estados Unidos pela DC Comics. O material é inédito no Brasil.
Com roteiro de Matteo Casali e Brian Azzarello, a arte ficou por conta de Giuseppe Camuncoli, Jim Lee, Diego Latorre, Gerald Parel e Alex Sinclair. A capa é de Jim Lee(Batman: Europa #1).
Quando um adversário desconhecido o infecta com um vírus mortal, o Cavaleiro das Trevas precisa atravessar a Europa em busca de uma cura. Mas ele não era único alvo. Seu maior inimigo, o Coringa, foi contaminado com a mesma letal doença.
Batman e Coringa receberam peças diferentes do mesmo quebra-cabeças, mas um não tem como resolver o mistério sem a ajuda do outro…
Reúne Batman: Europa (2016) #1 a 4. Capa dura com 208 páginas.
A Panini Comics lançou nas livrarias o segundo volume de O Incrível Hulk por Peter David, edição da linha Marvel Omnibus que reúne as aventuras do Gigante Esmeralda capitaneadas pelo premiado escritor norte-americano, publicadas originalmente a partir de 1987 nos Estados Unidos pela Marvel Comics. Lá fora, esta coleção conta com cinco volumes, com o quinto – com histórias dos anos 2000 – lançado em 2023 pela Marvel.
Após os três volumes publicados sob a linha Marvel Vintage, que trouxe A Saga da Encruzilhada(HK301 a 313), Batismo de Fogo(HK314 a HK319) e De Volta ao Cinza (HK320 a HK330), a Panini deu início à fase de Peter David em edições omnibus – já que a fase do escritor durou 11 anos em 138 edições (HK328 e HK331 a HK467).
Praticamente todas as histórias de David foram publicadas no Brasil entre 1990 e 2000 nos títulos de linha da Editora Abril, quase todas em formatinho, com exceção das três últimas HQs, que foram publicadas em formato americano na encarnação Super-Heróis Premium do título Grandes Heróis Marvel. As histórias iniciais (HK328 a HK348) foram republicadas pela Panini em formato americano em encadernados especiais em capa cartonada. Já o arco Gritos Silenciosos (HK370 a HK377) foi republicado em capa dura em 2015, no volume 11 da Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel pela Salvat.
Neste segundo volume, com uma pequena participação de Kurt Busiek e grande parte da arte produzida por Dale Keown, também acompanham o escritor Tom Field, Bill Mumy, Gary Barnum, Alan Grant, Eric Fein, Evan Skolnick, Tom Brevoort, Mike Kanterovich, James Robinson, Angel Medina, Bill Jaaska, Ron Wagner, Gary Barker, Andrew Wildman, Kevin Maguire, Jan Duursema, Chris Wozniak, Herb Trimpe, Dan Reed, John Romita Sr., John Statema, John Stanisci, Tom Raney, Kevin West, Travis Charest, Karl Altstaetter, Joe Phillips, Chris Bachalo, John Hebert, Bob McLeod, Larry Mahlstedt, Jeff Albrecht, Sam de la Rosa, Mark Farmer, Josef Rubinstein, Mike Witherby, Al Milgrom, Chris Ivy, Brad Vancata, Tim Dzon, Fred Fredericks, Ralph Cabrera, Charles Barnett, Dan Green, Jimmy Palmiotti, Tony Harris, Mike DeCarlo, Glynis Oliver, Mike Thomas, Chris Scheele, Mike Rockwitz e Renée Witterstaetter. A capa é de Dale Keown, Bob McLeod e John Kalisz(Incredible Hulk #376).
O Hulk finalmente está colocando a cabeça no lugar, com a ajuda do Dr. Samson. Mas qual das personalidades vai acabar saindo por cima dessa vez? Cinza? Verde? Ou algo totalmente novo?
Qualquer que seja o resultado Banner e Hulk terão que unir cérebro e músculos quando o misterioso Panteão aparece em cena. Entre os adversários que o Gigante Esmeralda (calma, não era cinza?) enfrenta neste volume estão Força Federal, Super-Skrull, Rino, Abominável, Alienígenas e… a X-Force?
Reúne Incredible Hulk (1962) #369 a 400, Incredible Hulk Annual (1976) #16 a 18 e X-Factor (1986) #76, além de material de Marvel Holiday Special (1991) #2 (V). Capa dura e sobrecapa com 1048 páginas.
A Panini Comics lançou nas livrarias o segundo volume de ZDM – Edição de Luxo, coleção que pretende reunir todas as 72 histórias do título publicado originalmente entre 2006 e 2012 nos Estados Unidos pelo selo Vertigo – hoje DC Black Label – da DC Comics. Em 2022, ganhou uma adaptação para a TV, em quatro episódios, exibida no canal HBO Max, com Rosario Dawson, Hoon Lee, Freddy Miyares, Benjamin Bratt e outros no elenco.
Criação de Brian Wood e Riccardo Burchielli, responsáveis pelo roteiro e arte, esta edição conta também com a participação de Nathan Fox, Viktor Kalvachev, Kristian Donaldson e Danijel Zezelj, acompanhados pelas cores de Jeromy Cox. Se a publicação brasileira seguir a série Deluxe lançada lá fora, a coleção estará completa com cinco volumes (#1 a 12, #13 a 28, #29 a 44, #45 a 59 e #60 a 72). A capa também é de Wood.
No Brasil, o material estreou 2007, pela Ediouro/Pixel Media, que publicou as dez primeiras histórias nas edições #6 a 8, #10-11 e #14 a 18 da Pixel Magazine. Depois, entre 2009 e 2017 (sim, em um intervalo de oito anos!), a obra foi publicada na íntegra pela Panini, em sete volumes em capa dura, iniciando com três edições mais comedidas e prosseguindo com mais volumosas (#1 a 5, #6 a 12, #13 a 17, #18 a 28, #29 a 41, #42 a 54 e #55 a 72), sendo a última com 400 páginas.
Empresas de construção. Forças de segurança privadas. Trabalhadores imigrantes diaristas. Células terroristas. Homens-bomba. Nova York, Estados Unidos da América. Ou, como é conhecida agora, a ZDM.
Matty Roth, aspirante a fotojornalista, continua sua missão solitária para cobrir a guerra por trás da guerra – os conflitos e problemas dos civis presos nessa terra de ninguém durante a Segunda Guerra Civil Americana.
Depois de conseguir um pouco de consagração graças ao seu trabalho jornalístico, Matty entra na sua missão mais perigosa até o momento: mergulhar anonimamente nas entranhas da máquina de reconstrução de Nova York e sentir – na pele e no estômago – todas as coisas podres envolvidas na indústria bélica e nas engrenagens que fazem a guerra girar.
Reúne DMZ (2006) #13 a 28. Capa dura com 416 páginas.
A Mythos lançou nas livrarias e comic shopsKen Parker – Sangue Vermelho/Histórias de Soldados, 25º volume da série de luxo que resgata as aventuras do personagem criado por Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo. Compilando duas histórias por edição em ordem cronológica, a coleção é baseada na mesma publicada na Itália pela Mondadori e tem previsão para 50 volumes. Confira:
Ken Parker – Vol.25: Sangue Vermelho / Histórias de Soldados
Rio Arkansas, Colorado. Para evitar uma cavalgada de três dias, Ken Parker convence o capitão do que parece ser um barco cargueiro comum a arrumar um lugar para ele e seu cavalo. Mas há algo estranho na embarcação: os marinheiros parecem obedecer às ordens como soldados, enquanto Ken é obrigado a trabalhar duro e mantido sob constante vigilância. Até que, de forma repentina, de uma das margens do rio, um grupo de homens com uniformes militares ataca o barco, matando todos os membros da tripulação. Todos, exceto Ken.
Durante uma caçada, Ken Parker se envolve em uma discussão com o escritor Ambrose Bierce por causa de um cervo há pouco abatido. Depois de se enfrentarem numa luta de boxe, de forma até brincalhona, os dois começam a beber e conversar, enquanto preparam o fogo para o acampamento. E Bierce tem a oportunidade de contar quatro histórias da guerra civil americana, ambientadas entre Virgínia, Alabama e Tennessee.
Autores: Giancarlo Berardi, Ivo Milazzo, Maurizio Mantero, Sergio Tarquinio, Renato Polese, Giorgio Trevisan, Carlo Ambrosini Conteúdo: Ken Parker (1977) #49 e 50 (1982) Publicação no Brasil: Ken Parker #49-50 (1982/Vecchi) e Ken Parker #49-50 (2006/Tendência/Tapejara) Estrutura: capa dura com 208 páginas
O selo Seguinte da Companhia das Letras programa para março O Mundo de Sofia em Quadrinhos – Segunda Parte: De Descartes à Atualidade (Sophie’s World: A Graphic Novel About the History of Philosophy vol. II), último volume da obra produzida pelo quadrinista francês Nicoby e pelo roteirista belga Vincent Zabus que adapta para os quadrinhos o best-seller de Jostein Gaarder.
O material foi publicado originalmente no ano passado no Reino Unido e distribuído nos Estados Unidos pela SelfMadeHero.
Como ser livre? O que é a verdade? Existe o “eu”? Essas são algumas das perguntas que inquietam a jovem Sofia após fazer uma descoberta chocante sobre sua própria condição. Afinal, como os grandes filósofos do passado podem nos ajudar a resolver os problemas de hoje? Como podemos sair da teoria e partir para a prática? Somos capazes de mudar o mundo?
Passando pelas ideias de Descartes, Rousseau, Kant, Freud e Simone de Beauvoir, entre vários outros pensadores, Sofia aprende mais sobre si mesma, sobre a nossa sociedade e sobre o que significa ser verdadeiramente livre. Capa dura com 264 páginas.
A Pipoca & Nanquim lançou nas livrarias A Saga de Elric, o primeiro de três volumes da obra máxima do escritor britânico Michael Moorcock. O material surgiu originalmente em 1961 nas páginas da revista Weird Fantasy.
O imperador de uma nação decadente, destinado a destruir seu próprio povo. Conheça Elric, o mais sombrio clássico da espada e feitiçaria e uma das sagas da literatura de fantasia mais influentes já escritas!
Condenada à memória de um passado glorioso, a ilha de Melniboné é hoje um império em crise, consumido pela crueldade e pelo sadismo. Seu imperador, o soturno Elric, um jovem magro, albino e de olhos vermelhos, não representa o típico herói honrado e decidido, mas um governante trágico, amaldiçoado pela profecia de que será o responsável pela queda de sua pátria. Diante disso, seu impiedoso primo Yrkoon aproveita-se do ambiente de caos para cometer uma traição, almejando tomar o trono. Mas Elric, um soberano atormentado pela dúvida e pela culpa, poderá se mostrar o mais implacável anti-herói já visto.
Com seu clima sombrio, personagens complexos, comentários políticos, religiosos e filosóficos, e reflexões profundas sobre o colonialismo e os perigos do poder, a série revolucionou o mundo da Espada e Feitiçaria, inaugurando uma tradição que vai na direção oposta de autores canônicos como Tolkien e Lewis, e influenciando nomes na literatura, no cinema, nos quadrinhos e até na música, como Alan Moore, Clive Barker, George R. R. Martin, Kentaro Miura, além de bandas como Blind Guardian e Blue Öyster Cult.
Marco incontornável da escrita fantástica e pela primeira vez no Brasil de forma completa, A Saga de Elric – Livro 1 tem arte de capa de Michael Whelan, um dos principais ilustradores que ajudaram a definir o visual do melniboneano. Prefácio de Neil Gaiman e extras com a trajetória editorial do personagem completam a edição. Capa dura com 700 páginas.
Nos quadrinhos, a primeira aparição de Elric foi um encontro com Conan, o Bárbaro, em duas aventuras publicadas originalmente em 1972, nas edições #14 e 15 de Conan the Barbarian, produzidas por Roy Thomas, Barry Windsor-Smith e Sal Buscema, baseadas em um conto de Michael Moorcock e James Cawthorn. A história estreou no Brasil no segundo número de Dr. Mistério, em dezembro do mesmo ano da publicação original, pela editora Minami & Cunha. A segunda parte saiu já no mês seguinte, em janeiro de 1973, pela editora Graúna, no primeiro número de Hartan, O Selvagem.
A história foi republicada em setembro de 1982, desta vez pela Editora Abril, onde a primeira parte saiu Heróis da TV #39 e a segunda em Superaventuras Marvel #3. Em 1988, ainda pela Abril, as duas aventuras foram recolorizadas pelo brasileiro Noriatsu Yoshikawa e estrelaram o terceiro número de A Espada Selvagem de Conan em Cores. Já em 2001, as duas partes foram novamente reunidas e republicadas, agora em preto e branco, na edição #201 de A Espada Selvagem de Conan, um dos derradeiros números da saudosa publicação, também pela Abril. O material saiu novamente quase duas décadas depois em duas coletâneas: em 2019, pela Mythos, no terceiro volume de As Crônicas de Conan, e em 2020, no primeiro volume de Conan O Bárbaro – A Era Marvel, pela Panini Comics.
Além desse clássico crossover, em 1990, a Editora Globo trouxe Elric – A Cidade dos Sonhos (Elric: The Dreaming City), quarto volume da série Graphic Globo, que por sua vez foi o segundo lançamento da coleção Marvel Graphic Novel, publicada originalmente pela Marvel Comics – cortesia de Roy Thomas e P. Craig Russell. Já no ano seguinte, agora pela Editora Abril, foi a vez de Elric – Navegante dos Mares do Destino (Elric: The Sailor on the Seas of Fate), minissérie em quatro edições publicada originalmente em 1986, lá fora em sete números, pela First Comics, com produção de Roy Thomas, Michael T. Gilbert e George Freeman.
Elric foi reaparecer por aqui somente em 2017 e 2021, pela Mythos, que trouxe dois álbuns – O Trono de Rubi e O Lobo Branco, respectivamente – que reuniram as aventuras belamente produzidas para o mercado franco-belga pela Glénat, com roteiro, arte e cores de Julien Blondel, Jean-Luc Cano, Didier Poli, Robin Recht, Julien Telo, Jean Bastide, Scarlett Smulkowski e Stephane Paitreau.
Por fim, em 2022, a mesma Pipoca & Nanquim lançou Elric – Stormbringer, primeiro volume da Biblioteca Michael Moorcock, trazendo aqui os sete números da minissérie publicada originalmente em 1997 nos Estados Unidos pela Dark Horse em parceria com a Topps Comics, com roteiro e arte de P. Craig Russell, acompanhado pelas cores de Lovern Kindzierski e Digital Chameleon. Não menos importante, Elrod, o Albino, uma clara (e talvez descarada) homenagem ao Elric de Melniboné de Moorcock, deu as caras no primeiro volume de As Espadas de Cerebus, lançado por aqui no final do ano passado pela Futuro, edição que reúne os quatro primeiros números de Cerebus, o aardvark, criação do cartunista canadense Dave Sim, publicadas originalmente entre 1977 e 1978 para o mercado canadense e norte-americano, material que ainda se encontrava inédito no Brasil.
A Panini Comics lançou nas livrarias Cage, edição da linha Marvel Vintage que reúne a minissérie publicada originalmente em 2002 sob o selo Marvel MAX nos Estados Unidos pela Marvel Comics.
Com roteiro de Brian Azzarello, a arte é de Richard Corben e as cores são de José Villarrubia. A capa também é de Corben(Cage #5). O material foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2003, nas edições #1 a 5 do título Marvel Max pela própria Panini.
Dory Dickens quer justiça para sua filha, assassinada por uma bala perdida em meio a uma guerra de gangues.
Quando a polícia não se importa e criminosos ameaçam toda uma vizinhança, há apenas um homem capaz de ajudar pessoas como Dory: Luke Cage. Ele não trabalha de graça, e para quem pode pagar por seus serviços, Cage será um verdadeiro “herói de aluguel”.
À prova de balas e de poucas palavras, ele está disposto a fazer um preço justo para descobrir quem matou a filha de Dory. Muitos dentes vão voar e ossos serão quebrados em seu caminho.
Uma releitura de um dos heróis mais durões do Universo Marvel.
Reúne Cage (2002) #1 a 5. Capa dura com 128 páginas.
A Panini Comics lançou nas livrarias W0rldtr33 – Terror Digital – Terminal, primeiro volume da série escrita por James Tynion IV, ilustrada por Fernando Blanco e colorida por Jordie Bellaire. O material é publicado originalmente desde 2023 nos Estados Unidos pela Image Comics e conta com 12 números até o momento.
Em 1999, Gabriel e os amigos descobriram a Undernet – uma estrutura secreta da internet. Eles mapearam sua exploração em um fórum de discussão chamado de W0RLDTR33.
Porém, eles perderam o controle. Alguém invadiu o W0RLDTR33 e acolheu com satisfação o domínio violento que a Undernet exercia sobre todos.
A um enorme custo pessoal, Gabriel e os outros pensaram que haviam selado a Undernet para sempre. Eles estavam errados. E agora o mundo inteiro saberá o significado disso.
Reúne W0rldtr33 (2023) #1 a 5. Capa dura com 168 páginas.
A Devir lança em fevereiro Chew: O Sabor do Crime – As Últimas Ceias, sexto e último volume da série escrita por John Layman e ilustrada por Rob Guillory, auxiliados nas cores por Taylor Wells. Esta edição ainda conta com a participação especial de Tim Seeley, Mike Norton e Mark Englert. A obra é vencedora de dois Eisner e dois Harvey.
Publicado originalmente nos EUA pela Image Comics entre 2009 e 2016, o título teve 60 edições compiladas em 12 encadernados simples. No Brasil, os volumes são duplos, com dois TPBs americanos por edição.
Tony Chu é um policial com um segredo. Um segredo bem estranho. Tony Chu é um cibopata, o que significa que ele consegue extrair impressões psíquicas de tudo o que come. Também significa que ele é um ótimo detetive, principalmente quando não se importa em mordiscar o corpo de uma vítima de homicídio para descobrir quem a matou e por quê. Sim, é um trabalho sujo e Tony tem que comer coisas terríveis em nome da justiça. Para piorar, o governo dos EUA descobriu seu segredo e agora eles têm planos para o nosso querido cibopata.
Neste volume, aqui é o fim da linha para Tony Chu, mistérios são solucionados, segredos são revelados e vidas se perdem. Muitas, muitas vidas. Este volume reúne “As Últimas Ceias” e “Uvas Azedas”, as duas últimas tramas da série bizarra e sinistramente divertida sobre policiais, trapaceiros, cozinheiros, canibais e clarividentes.
Também inclui a edição especial de estrondoso sucesso “Poyo, o Galo-Demônio”, e os crossovers“Chew/Revival” e “Revival/Chew”.
Reúne Chew (2009) #51 a 60, Chew: Demon Chicken Poyo (2016), Chew/Revival-Revival/Chew (2014). Capa cartonada com 344 páginas.