A nVersos lança em setembro Odilo, obra nacional produzida pelo ilustrador e quadrinista Wagner Diesel, marcando a comovente estreia do autor nos quadrinhos, oferecendo uma narrativa sensível sobre envelhecimento e luto.
Após a morte de sua esposa Elsa, o senhor Odilo – cuja família deseja internar em um asilo – enfrenta a solidão, o apagamento social e o etarismo em uma sociedade indiferente aos seus sentimentos.
Em meio ao processo doloroso de luto, Odilo é abandonado pelos filhos e inicia uma jornada pela cidade em busca de reflexão e autoconhecimento. No caminho, encontra um garotinho e sua mãe, que o acolhem e oferecem conforto em sua dor.
Com ilustrações expressivas e um texto delicado, Diesel constrói uma história potente que explora o apagamento da melhor idade, convidando o leitor a refletir sobre empatia e o próprio futuro. Capa cartonada com 96 páginas.
A Veneta lança em outubro Valongo, obra nacional produzida pela escritora Silvana Jeha e pelo quadrinista Braziliano. O álbum é o segundo volume da Coleção Patrimônio Gráfico, desenvolvida no âmbito do programa Brasil em Quadrinhos, uma parceria da Bienal de Quadrinhos de Curitiba com o Instituto Guimarães Rosa, do Ministério das Relações Exteriores.
Valongo, as marcas nas pedras do cais O Cais do Valongo, na região central do Rio de Janeiro, é um marco silencioso da história do Brasil. Entre 1774 e 1831, o Valongo foi o lugar das Américas onde mais desembarcaram africanos na história da escravidão moderna: cerca de um milhão de pessoas. Silvana Jeha e Braziliano apresentam uma narrativa gráfica que explora a importância desse lugar, entrelaçando ficção e pesquisa histórica, passado e presente.
Zola está grávida ao ser sequestrada por mercadores de escravizados. Seu filho, Maithica, nasce no navio negreiro durante a travessia do Atlântico. Apesar das condições terríveis por que passam, Zola e Maithica sobrevivem e é através da história deles que vamos conhecendo o que foi o Valongo.
O roteiro de Jeha revela a dura realidade do tráfico de escravizados, enquanto as ilustrações de Braziliano dão vida aos personagens que atravessam essa história.
Neste quadrinho, o Cais do Valongo é um espaço de memória e reflexão, destacando as marcas deixadas pela escravidão e seu impacto duradouro na sociedade brasileira. Capa cartonada com 64 páginas.
A Panini Comics lançou nas livrarias Arqueiro Verde por Mike Grell Omnibus, primeiro volume da série que reúne uma das mais populares fases de Oliver Queen, publicada originalmente a partir de 1988 nos Estados Unidos pela DC Comics.
Com roteiros de Mike Grell – que também foi responsável pela arte da minissérie inicial -, este volume conta também com Sharon Wright, Lurene Haines, Ed Hannigan, Eduardo Barreto, Randy DuBurke, Paris Cullins, Dan Jurgens, Hannibal King, Dick Giordano, Frank McLaughlin, Arne Starr e Gary Martin, com as cores de Julia Lacquement e Carl Gafford. A capa é de Mike Grell, montada a partir de artes da minissérie Green Arrow: The Longbow Hunters.
Das 138 edições do título principal, finalizado em 1993, Grell foi responsável pelo roteiro dos primeiros 80 números. Dessa fase, somente 20 histórias foram publicadas no Brasil: estreou em 1990, em formato americano, na revista Os Caçadores – que seguiu o título nacional da minissérie publicada em 1989 que trouxe Green Arrow: The Longbow Hunters -, publicando as edições originais #1 a 12 e #15-16; seguindo depois em formatinho, na edição #43 do título DC 2000, em 1993, que trouxe as originais #19 e 20; finalizando na edição #27 de Superpowers, também em 1993, que trouxe as originais #21 a 24. Em 2019, as seis primeiras histórias foram republicadas pela Eaglemoss, no volume 93 da DC Comics – Coleção de Graphic Novels. As originais #13-14, #17-18 e #25 a 80 são inéditas por aqui.
Como seria o Arqueiro Verde sem seus truques, bugigangas e flechas especiais? É a pergunta que Mike Grell tentou responder para o mundo dos quadrinhos ao apresentar um Oliver Queen mais velho e atormentado pela vida e pelos arrependimentos.
Patrulhando os becos e telhados de Seattle – acompanhado de sua parceira no combatente do crime e no amor – ele é um caçador urbano na selva de pedra, buscando um propósito no que faz.
Reúne Green Arrow: The Longbow Hunters (1987) #1 a 3, Green Arrow (1988) #1 a 20 e Secret Origins (1986) #38 (I). Capa dura e sobrecapa com 768 páginas.
A Panini Comics lança em setembro Danny Ketch Motoqueiro Fantasma – Sangue e Vingança, oitavo volume da linha Lendas Marvel, que reúne, nesta edição, a minissérie publicada originalmente no ano passado nos Estados Unidos pela Marvel Comics.
Trazendo uma nova história que revisita o passado de Danny Ketch, o roteiro é de Howard Mackie, com arte de Daniel Picciotto, acompanhado pelas cores de Guru-eFX. A capa é de Ben Harvey(Danny Ketch: Ghost Rider #1).
DANNY KETCH ESTÁ DE VOLTA! Está na hora de voltar no tempo até quando sangue inocente foi derramado, nasceu um Espírito da Vingança e Danny Ketch se transformou no MOTOQUEIRO FANTASMA!
Uma guerra de gangues está estourando em Nova York, e o Motoqueiro se encontra bem no meio de tudo! Mas se são apenas duas gangues se atacando entre si, por que o Espírito da Vingança precisa se envolver? O que pode estar por trás de tudo?
Reúne Danny Ketch: Ghost Rider (2023) #1 a 4. Capa cartonada com 116 páginas.
A Panini Comics lança este mês Motoqueiro Fantasma – Rito de Passagem, quarto e último volume que reúne as histórias do título mais recente do Espírito da Vingança publicado originalmente nos Estados Unidos pela Marvel Comics.
Com roteiros de Benjamin Percy, a arte é de Danny Kim, Carlos Nieto, Cory Smith, Brent Peeples e Oren Junior, com as cores de Jim Campbell e Bryan Valenza. A capa é de Björn Barends(Ghost Rider #21).
Johnny Blaze tem viajado na companhia de uma brilhante bruxa sensitiva, Talia Warroad, mas quão bem ele realmente a conhece?
O passado caótico de Talia, seu amor juvenil e seus furiosos primeiros feitiços virão à tona, para responder à pergunta de um milhão de dólares: como seu caminho se cruzou com o do Espírito da Vingança? E quem mais pode estar interessado nos dons macabros da parceira do Motoqueiro Fantasma?
Reúne Ghost Rider Annual (2023) #1 e Ghost Rider (2022) #18 a 21. Capa cartonada com 132 páginas.
A Panini Comics lança este mês Motoqueiro Fantasma – Inferno sobre Rodas, décimo primeiro volume da Marvel Epic Collection, linha de encadernados que resgata grandes sagas da Marvel Comics.
Publicado originalmente entre 1972 e 1975 nos Estados Unidos, todo o material foi lançado pelo menos uma vez no Brasil, em formatinho, pela Editora Abril, sendo que parte dele foi republicado em 2015, em formato americano, na edição única de Coleção Marvel Terror – Motoqueiro Fantasma, pela Panini (confira o esquema completo de publicação no final desta nota).
Com roteiros de Gary Friedrich, Tony Isabella, Roy Thomas, Marv Wolfman, Doug Moench e Len Wein, a arte e cores ficaram por conta de Mike Ploog, Tom Sutton, Jim Mooney, Herb Trimpe, Sal Buscema, Ross Andru, Frank Chiaramonte, Syd Shores, Sal Trapani, Chic Stone, John Tartaglione, Vince Colletta, Jack Abel, George Roussos, Don Perlin, Phil Rachelson, Stan Goldberg, Glynis Oliver, Marie Severin, Linda Lessmann, Petra Scotese e Jan Brunner. A capa é de Gil Kane e Joe Sinnott(Ghost Rider #1).
Em 1972, um dos personagens mais icônicos da história dos quadrinhos – o crânio incendiário do Motoqueiro Fantasma – fez sua estreia e conquistou as mentes dos leitores! Uma legião de fãs se tornou obcecada pela combinação do drama do inferno sobre rodas e aventuras de horror e ação.
E tudo começa bem aqui, quando Johnny Blaze faz um acordo com o diabo para salvar a vida de um amigo! O pagamento? A transformação no Motoqueiro Fantasma! As aventuras nesta edição vão levar o herói direto ao Inferno numa batalha contra Satã em pessoa, colocá-lo contra a tentadora Mulher-Bruxa e lado a lado com Daimon Hellstrom, o filho de Satã!
Reúne Marvel Spotlight (1971) #5 a 12, Ghost Rider (1973) #1 a 9 & #11 e Marvel Team-Up (1972) #15. Capa cartonada com 424 páginas.
Antes do guia, uma curiosidade: nos EUA, o número 10 de Ghost Rider, apesar de a capa trazer o Incrível Hulk, a edição trouxe a republicação de Marvel Spotlight #5, com a primeira aparição de Johnny Blaze. No número seguinte, com uma nova capa trazendo o golias verde, a Marvel trouxe então a história, acompanhada de uma retratação que justificava que a capa da edição anterior ficou pronta antes do encontro do Espiríto da Vingança com o Golias Esmeralda.
Uma segunda curiosidade: das 81 edições do título Ghost Rider, publicadas lá fora entre 1973 e 1981, além dessas dez histórias dos 11 primeiros números (não levando em conta a republicação de MSPOT5), foram publicadas no Brasil somente mais duas em formatinho pela Abril: a edição #16, em Heróis da TV #2, em 1979, e a edição #35, em Capitão América #31, de 1981. Portanto, depois da estreia na Bloch, em 1978, a primeira história pela Abril foi GR16, seguindo para MSPOT5 e, indo logo para GR11 com o crossover. Na sequência, mesmo a conta-gotas, em um período de cinco longos anos (entre 1980 e 1985), publicou as demais HQs do Motoqueiro da Marvel Spotlight e as dez primeiras de Ghost Rider, sempre em HTV e Capitão América.
Por fim, a história de Marvel Team-Up #15, trazendo o encontro com o Amigão da Vizinhança, foi publicada por cinco vezes: primeiro pela RGE, em um momento em que a Abril ainda não detinha os direitos de todos os personagens Marvel; 15 anos depois, finalmente pela Abril, em A Teia do Aranha; em 2004, em preto e branco, pela Mythos, pela primeira vez em formato americano; e outras duas vezes pela Panini. Entre 2016 e 2017, a Salvat também publicou algumas histórias iniciais, tanto na Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel quanto em Os Heróis Mais Poderosos da Marvel.
Esquema completo de publicação das histórias desta edição no Brasil:
Ghost Rider #11: Motoqueiro vs. Hulk!
– Motoqueiro Fantasma #1 (1978/Bloch): GR1 – Heróis da TV #6 (1979/Abril): MSPOT5 – Heróis da TV #8 (1980/Abril): GR11 – Super-Heróis Marvel #13 (1980/RGE): MTU15 – Heróis da TV #14 (1980/Abril): MSPOT6 – Heróis da TV #15 (1980/Abril): MSPOT7 – Heróis da TV #16 (1980/Abril): MSPOT8I – Heróis da TV #19 (1981/Abril): MSPOT8II, MSPOT9 – Heróis da TV #28 (1981/Abril): MSPOT10 – Heróis da TV #29 (1981/Abril): MSPOT11 – Capitão América #46 (1983/Abril): GR1 – Capitão América #47 (1983/Abril): GR2 – Capitão América #48 (1983/Abril): MSPOT12 – Capitão América #58 (1984/Abril): GR3 – Capitão América #59 (1984/Abril): GR4 – Capitão América #60 (1984/Abril): GR5 – Capitão América #69 (1985/Abril): GR6 – Capitão América #70 (1985/Abril): GR7 – Capitão América #71 (1985/Abril): GR8 – Capitão América #72 (1985/Abril): GR9 – A Teia do Aranha #70 (1995/Abril): MTU15 – Homem-Aranha – Edição Histórica (2004/Mythos): MTU15 – Coleção Histórica Marvel – O Homem-Aranha – Vol.10 (2015/Panini): MTU15 – Coleção Marvel Terror – Motoqueiro Fantasma (2015/Panini): MSPOT5 a MSPOT11, GR1 – Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel – Clássicos – Vol.18 (2016/Salvat): MSPOT5 – Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel – Clássicos – Vol.21 (2017/Salvat): MSPOT12, GR1, GR2 – Os Heróis Mais Poderosos da Marvel – Vol.49 (2016/Salvat): MSPOT5 – O Espetacular Homem-Aranha – Edição Definitiva – Vol.8 (2022/Panini): MTU15
A Panini Comics lança este mês X-Men – Atrações Fatais, nono volume da série As Maiores Sagas dos X-Men, coleção que resgata grandes arcos de histórias dos Filhos do Átomo.
Publicadas originalmente em 1993 nos Estados Unidos pela Marvel Comics, as aventuras que compõem essa saga saíram no Brasil por duas vezes: em 1996, em formatinho, pela Abril, e em 2014, em formato americano, pela Panini (confira o esquema completo de publicação no final desta nota).
Com roteiros de Scott Lobdell. J.M. DeMatteis, Fabian Nicieza, Larry Hama e Joe Quesada, a arte ficou por conta de Brandon Peterson, John Romita Jr., Richard Bennett, Quesada, Greg Capullo, Jan Duursema, Andy Kubert, Adam Kubert, Ken Lashley, Roger Cruz, Cliff van Meter, Jae Lee, Chris Sprouse, Paul Smith, Darick Robertson e Matt Ryan, com arte-final de Al Milgrom, Dan Panosian, Dan Green, Jimmy Palmiotti, Keith Williams, Josef Rubinstein, Bob Wiacek, Scott Hanna, Kevin Conrad, Terry Austin, Tom Palmer, Mark Farmer, Mark Pennington, Cam Smith, Randy Elliott, Randy Emberlin, Mark Nelson, Bud LaRosa e Hilary Barta, acompanhados pelas cores de Marie Javins, Steve Buccellato, Glynis Oliver, Joe Rosas, George Roussos e Mike Thomas. A capa é de John Romita Jr. e Dan Green(Uncanny X-Men #300), com novas cores de Chris Sotomayor.
Quando os Acólitos de Magneto coordenam ataques cada vez mais poderosos aos não-mutantes em todo lugar, os X-times unem seus esforços para acabar com sua cruzada enlouquecida de uma vez por todas. E quando uma misteriosa doença começa a afetar inúmeros mutantes, tomando as vidas tanto de amigos quanto de inimigos, que X-Man pode não dar conta da pressão?
E tudo chegará ao seu auge da maneira mais chocante possível, culminando num ataque inacreditável a Wolverine e numa batalha entre Professor X e Magneto que vai ficar para a história!
A Panini Comics lança este mês o sétimo volume de A Saga dos Vingadores, série de encadernados que resgata as clássicas aventuras dos Heróis Mais Poderosos da Terra comandadas por Roger Stern e produzidas a partir de 1985 pela Marvel Comics. Confira os detalhes:
A Saga dos Vingadores – Vol.7
Os Vingadores precisam enfrentar as forças de Plutão para alcançar o Olimpo, onde vão precisar negociar com Atena, Hefesto e Vênus se quiserem descobrir alguma maneira de aplacar a fúria de Zeus – e talvez salvar seu amigo e colega Hércules! Em seguida, uma partida de softball entre Vingadores da Costa Leste e Oeste vai receber uma visita indesejada… e, por fim, o Grão-Mestre retorna e traz consigo novos Campeões!
Autores: Roger Stern, Steve Englehart, Tom DeFalco, John Buscema, Al Milgrom, Bob Hall, John Romita Jr., Keith Pollard, Marshall Rogers, Jackson Guice, Ron Frenz, Tom Palmer, Bill Sienkiewicz, Al Williamson, Bob Layton, Kevin Nowlan, Bob Wiacek, Chris Scheele, Gregory Wright Conteúdo: Avengers (1963) #283 a 285, West Coast Avengers Annual (1986) #2 e Avengers Annual (1967) #16 Publicação no Brasil: – Capitão América #150 (1991/Abril): AVG283 a AVG285 – Coleção Histórica Marvel – Torneio de Campeões (2017/Panini): WCAVGAN2, AVGAN16 Capa: Bob Layton(Avengers Annual #16) Estrutura: capa cartonada com 164 páginas Data de lançamento: agosto/2024
Após os oito volumes de Conan Omnibus, a Mythos lança em setembro Rei Conan Omnibus – Deuses e Demônios, primeiro de dois volumes que dá sequência às HQs do Cimério de Bronze, criação de Robert E. Howard, produzidas no período em que os direitos do bárbaro estavam com a Dark Horse. O material já havia sido publicado no Brasil em cinco volumes, entre 2015 e 2019, pela própria Mythos. Finalizada a coleção, está nos planos da editora trazer Conan Reader, também em dois volumes, trazendo os especiais e minisséries que ficaram de fora de Conan Omnibus. Confira os detalhes:
Rei Conan Omnibus – Vol.1: Deuses e Demônios
Esta coleção essencial da Dark Horse reúne as icônicas aventuras do cimério como rei de Aquilônia. Rei Conan Omnibus compila “A Cidadela Escarlate”, onde Conan enfrenta um feiticeiro tirano; “A Fênix na Espada”, a primeira história do rei defendendo sua coroa; “Conan e o Deus da Meia-Noite”, em que forças sobrenaturais ameaçam Aquilônia; e “Conan e os Demônios de Khitai”, que leva o rei ao misterioso Oriente. Com ilustrações vibrantes e narrativa envolvente, este volume é uma celebração da grandeza e do legado de Conan, o Rei Guerreiro.
Autores: Timothy Truman, Joshua Dysart, Akira Yoshida, Tomás Giorello, Will Conrad, Paul Lee, José Villarrubia, Juan Ferreyra Conteúdo: King Conan: The Scarlet Citadel (2011) #1 a 4, King Conan: The Phoenix on the Sword (2012) #1 a 4, Conan and the Midnight God (2006) #1 a 5 e Conan and the Demons of Khitai (2005) #1 a 4 Capa: Gerald Parel(Conan: The Scarlet Citadel TPB) Estrutura: capa cartonada com 420 páginas Data de lançamento: setembro/2024
A Nemo lança em setembro Céleste e Proust, obra escrita e ilustrada pela quadrinista francesa Chloé Cruchaudet, a mesma autora de Degenerado. O material foi publicado originalmente em dois álbuns, em 2022 e 2023, respectivamente, na França pela Soleil.
Em Céleste e Proust, Chloé Cruchaudet relembra a vida de Céleste Albaret, a mulher cuja presença se tornou indispensável para um dos maiores nomes da literatura mundial: Marcel Proust.
Muito além de uma simples governanta, Céleste foi sua confidente e colaboradora, desempenhando um papel crucial na criação da obra-prima do escritor. Através de ilustrações deslumbrantes em aquarela, Cruchaudet explora a profunda conexão entre os dois, destacando a inteligência, a paciência e a dedicação de Céleste, e como sua influência silenciosa foi vital no processo de escrita de Em Busca do Tempo Perdido.
Uma homenagem a uma mulher essencial, mas muitas vezes esquecida, do universo literário. Capa cartonada com 256 páginas.