De Freitas, Padilha e Zambi: Astrogenesis

A Skript lança em março Astrogenesis, obra nacional escrita por Douglas Freitas, ilustrada por José Luiz Padilha e colorida por Sandro Zambi. Trata-se de uma homenagem aos quadrinhos dos anos 1990 e às criações de Jack Kirby.

Inspirado no livro Eram os Deuses Astronautas, de Erich Von Däniken, o álbum narra a origem da heroína Kali, a história secreta da humanidade e o confronto da Mãe com o líder bélico de Quattor, Petrus. E se os deuses fossem seres de outros mundos? Por que deixaram de interagir com os humanos? Quem eram e o que queriam? Por que em todas as culturas há uma destruição global realizada por esses seres? Esse fim está próximo? Essas e outras tantas questões são o plot central do universo de Astrogenesis.

Em Astrogenesis são apresentadas quatro linhas narrativas.

A primeira, nos anos 90, tem a personagem Geane. Ela é uma estudiosa e autora de livros de ufologia, que teve em seu passado traumáticas experiências de abdução.

A segunda acompanha Mãe, um ser de extremo poder, cultuada e temida por muitas civilizações que integram a Grande União. Conforme os textos da Matris Vulgate, uma espécie de bíblia cósmica, a Mãe é a responsável pela semeadura e colheita de todos os seres. Alfa e Omega. Começo e Fim.

O terceiro arco apresenta o Major Petrus, um alienígena fruto de experiências de aprimoramento com um único objetivo: enfrentar a Mãe. É a tentativa desesperada de salvar seu planeta – que está na trajetória da colheita.

A quarta linha mostra a história secreta da Terra, das primeiras visitas milênios atrás, aos acidentes de Tunguska, Roswell e a criação dos primeiros super-humanos. Todas essas narrativas convergem em uma trama de aventura, suspense e ficção, com o temor do fim do mundo como pano de fundo. Capa cartonada com 208 páginas.

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